Vem rasgar a minha pele com tuas garras e ver o sangue manchar nossa pureza. Encosta tua carne contra a minha e se preencha com meu corpo, engole, come, devora sem piedade, mas não fale de boca cheia.
“Se a vida fosse uma poesia tu em mim seria a sensação que me promove e arrepia, quando uma palavra escrita à tinta fria toca minha alma e me acaricia. No entanto em sentimento asfixia e torna minha cama mais vazia, dia a dia”.
Vai uivar na minha janela, um convite a liberdade que eu aceito, caso roube minha sanidade. Quando corrermos pela mata a dentro vou te jogar no chão que não é mais de cimento e me atracar na sua vida, punindo-te por me querer, subindo por entre suas pernas sem me perceber. E com a voracidade de uma fera que se alimenta, quero tomar-te o gozo sem grito, sem choro, só um gemido longo e baixinho como eu imagino que seja.
Uma delicia de texto..
ResponderExcluirÉ pra ficar aqui horas....imaginando.
o Gozo, o gemido, a vontade de começar tudo de novo!